segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A Batalha do Apocalipse





"Há muitos e muitos anos, tantos quanto o número de estrelas no céu, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o Dia do Juízo Final. Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, Ablon, o líder dos renegados, é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedon, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro da humanidade. Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana - é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, repleto de lutas heroicas, magia, romance e suspense."

É um livro muito interessante (e muito comprido, tem 500 e tantas páginas e eu não li tudo). Pode esquecer cronologia: o autor pula do fim do mundo pra Babilônia, volta pro fim do mundo e depois pula pro nascimento de Cristo. Sério, é a coisa mais chata relacionada ao livro. Mas o bom é que você pode ler apenas a parte do Apocalipse, pular o resto e não alterar em nada a compreensão da história!

E pra quem curte teoria da conspiração, há diversas nessa história. Todas relacionadas ao nosso querido filho-da-puta anjo Miguel.

Boa leitura a todos!

PS: No livro ele É um filho-da-puta.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz Natal




Curiosidade: Esse video foi gravado 20 anos depois da morte de Elvis (como, não me perguntem).

Feliz Natal a todas as 9 pessoas que acompanham essa porcaria tentativa de blog.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Sem sentido, mas engraçado

Passeando pelo blog Coisinhas de Otaku, encontrei essa pérola:



Eu simplesmente tinha que tirar um "Print" disso!
Natal, férias....


E desde a volta do blog a Gabi não postou nada
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REAGE, MULHER!!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Amores Assassinos #2

A continuação de uma das poucas razões pelo blog ainda não ter sido deletado (hehe).


Avenged Sevenfold - A little piece of Heaven

Título comprido, música mais comprida ainda. Mas vale a pena, já que é uma das que mais se encaixam no título do post. Sugestão do leitor Mad Hatter.



Voltaire - Ex-Lover's Lovers

Sim. Ele de novo. É meu cantor favorito, e esta música que deu origem a esta série de postagens. Na verdade foi a de baixo.



Hori - Diga que me Quer

Pra você, o filho do Fábio Jr sendo chato com a ex. Pra mim, um eu-lírico psicopata que não aceita o fim do relacionamento. Pode reparar:



Não deixem de comentar o que acharam e de fazerem suas próprias sugestões.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Criatividade

Minha criatividade se esvaiu.
Sobre o que escrevo agora?
Sobre a criatura putrefata que me atormenta, e por quem eu me renderia sem luta nem questionamento? Não... Já foram milhares as palavras destinadas e desperdiçadas a tão singelo e desgraçado ser.
Sobre a agonia, minha arma em batalha, meu relicário do futuro próximo? É lugar comum dos poetas, mesmo antes de meu país nascer.
Sobre a sinfonia simples e sofisticada da sociologia? Céus, são sensações sinceras, sustentadas por seres sóbrios e sozinhos. Só saberia assombrá-los.
Sobre a filosofia? Complexa demais...
Que tal a astronomia? Uma tentativa feita, porém fracassada.
Até a falta é mostrada em minuciosos detalhes, tal qual um peixe sendo limpo por um pescador.
Com quê sustentarei minha doce loucura?
Sobre o que escrevo agora?
Minha criatividade se esvaiu!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Voltamos!!

Estivemos com um pequeno problema, ms agora voltamos!!
EEEEEHHHHH!!!!!!!!!!
Ok, agora vamos a algo útil pra esse blog.
Gabi agora vai postar algumas sugestões do DeviantArt por que passar a tarde inteira lá tem que prestar pra alguma coisa, eu vou TENTAR (enfase no tentar) postar com frequência, nem que seja pra postar uma tirinha sem graça, e teremos mais Amores Assassinos que é a única coisa que rende visita nesse blog.
Bem, é só isso por enquanto.
Até!

sábado, 24 de setembro de 2011

Meiko Haigo

Navegando na net e em alguns sites sobre o estúdio Ghibli encontrei um vídeo muito bonitinho...
Apreciem-no!



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Não quero voltar sozinho...

Olá a todos, novamente.
Depois de sumida, volto com um dos melhores vídeos que já vi na vida. Ele aborda a homossexualidade de maneira sutil, uma crítica suave e quase inquestionável...  O mais impressionante de tudo é que esse vídeo fazia parte do material que seria utilizado pelo governo para conscientizar e educar os alunos de escola pública, vetado por muitos vereadores, deputados que defendiam a ideia contraria, que tal material venha estimular a "conversão" das pessoas a ater-se a uma nova opção sexual...
O vídeo além de conter um tema polêmico, é uma obra de arte, pela sua boa elaboração.


Assistam e discutam, pois o debate é um dos mais eficientes meios de solução de problemas...

domingo, 11 de setembro de 2011

Ilha das Flores

Um curta-metragem ao estilo "Lixo Extraordinário", um dos links de consulta da quarta fase da Olimpíada de História da Unicamp. Do lixo mesmo, fala bem pouco. E, provavelmente, foi a turma de filosofia que fez o documentário. Com 13 minutos e uns quebrados, garante boas risadas, embora não foi com esse intuito que ele foi criado. Até os créditos são engraçados, vale a pena ver!


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Amores Assassinos #1

Mais uma listinha de músicas! Dessa vez, o tema é o Amor... mas isso você já reparou, e reparou também que não é qualquer musiquinha românica. Nesta lista, o sangue e a loucura rolam soltas, seja no clipe, seja na letra, seja nos dois!

30 seconds to Mars - The Kill

O nome diz tudo, ela pisou tanto no eu lírico que... ele virou emo (nada contra).Minha cena favorita é quando Jared Leto briga com ele mesmo. Porém eu aconselho a não ver o clipe.




P!nk - Please, Don't Leave Me

Tenho pena do pobre coitado! Mas vê-lo cair da escada foi hilário!



Saliva - Always

Depois de levar um pé na bunda da namorada, o eu lírico fica completamente louco. Aposto que se ela fosse como a do clipe anterior, ele comemorava.






GLADOS - Still Alive (jogo Portal)

Tá, não é romântica, mas encaixa no quesito "puta falta de sacanagem" (nada contra coloridos também).


Comentem! Sugiram músicas que vocês acham românticas e psicopatas. E divulguem o blog, que eu volto a postar com frequência!
C.C.Mas você nunca postou com frequência!
R: Fica na sua!

domingo, 21 de agosto de 2011

Músicas da Semana

Levem ao pé da letra o titulo. Achei algumas músicas com dias da semana, e (já que eu não posto nada há um século) resolvi compartilhar.

Comecemos pelo Domingo:

Gloomy Sunday, Emilie Autumn

Tá, é cover. Mas eu conheci esta música por ela, então fica. Pra compensar ...

Bloody Sunday, U2



Segunda: Alchemy Mondays, Voltaire


Esse cara deve ser a ÚNICA criatura nesse mundo que gosta de segunda-feira. Mas ninguém é perfeito.

Terça: Ruby Tuesday, Rolling Stones


Viva a liberdade e ao Carpe Diem.

Quarta: A Wednesday in Your Garden, The Guess Who


Uma pisada de vez em quando não mata e foi o primeiro que eu achei.

Quinta: Thursday, Morphine.


Concordo com ele, deveria ter ficado só na quinta, no barzinho. Mas nãão...

Sexta: Como todo mundo ama Sexta-feira.... 


MUAHAHAHAHA!! Desculpem-me, posto mais uma pra compensar.

Friday Night, Lily Allen. 


Quem nunca aprontou em uma sexta-feira? \o

Sábado: Saturday Morning, Eels


O retrato da minha cidade. Totalmente morta.

Espero que gostem das músicas (hehe), e darei sinal de vida assim que der.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Solidão - Capítulo I


            Esse é o primeiro capítulo de uma história que estou escrevendo a um tempinho...
            Espero que gostem! Porque depois vem mais...
Numa rua pacata, um garoto sem pai nem mãe comia jujubas coloridas. As azuis eram suas prediletas. Deitado e próximo a um muro de blocos vermelhos, com os braços esticados para cima soltava as guloseimas uma a uma, com um movimento preguiçoso. Elas, por sua vez, não tinham escapatória: caíam diretamente em sua boca.
Adorava sentir o aroma das calçadas imundas com papéis de todos os tipos jogados no chão, lama e poças de água nos buracos cimentados após a garoa matinal da cidade. Pessoas sonolentas que iam para seus respectivos destinos, desejando ou não estar em meio às entranhas de edredons, bocejos e espirros cercavam o ar de sete e pouco de uma manhã de domingo. Porém, logo percebera que o último doce cor de céu estava em suas mãos. Admirou-o com os olhos cheios de pesar. Analisou os cristais de açúcar, o brilho opaco e o formato do doce. E numa bocada apenas engoliu-o. Fechou o pequeno pacote de papel com as balas das cores restantes e guardou no bolso de sua mochila, seu pequeno tesouro.
Levantou, tirou as pequenas impurezas coladas em sua roupa desbotada e foi em direção a um pequeno beco mal iluminado. Escondeu a pequena bolsa numa brecha entre uma lata de lixo e cobriu-a com um saco plástico. Olhou para os dois lados e deu um suspiro de alívio. Ninguém o vira.
Seus cabelos acobreados e sujos, com fios desgrenhados que cobriam sua nuca numa cascata retilínea entraram em movimento assim que a criança solitária começara a correr em direção a lugar nenhum. Ultrapassara um, dois, três quarteirões e avistara algo que lhe despertou desespero capaz de causar intensos calafrios. A roupa úmida incomodava a ponto de ser arrancada pelo menino, que se sentia ainda mais atormentado. Agonia e mal estar colonizavam seu corpo como um exército de mil homens a uma aldeia de camponeses.
Com um movimento brusco e harmonioso, apoiou-se no chão com as mãos. Lágrimas escorriam aos poucos em seu rosto acinzentado, veias pulsavam de forma a saltarem do corpo. Seu corpo mudava, adquirindo formas delicadas e sinuosas, onde o corpo pardo fez-se de um reflexo de juventude à beleza misteriosa que há num felino.
O instinto animal tomou sua mente por completo e o fez correr em disparada, abandonando suas vestes, agora largas, na direção oposta, e seguiu rumo ao pequeno beco onde havia deixado seus pertences.

Correra o mais rápido que pudera durante algumas horas, chegando a uma área desconhecida, uma selva a ser explorada. Os olhos amendoados, alçando um tom avermelhado, percorreram jardins floridos, garagens, casas abandonadas, sobrados analisando-os meticulosamente, procurando sinais da presença daquilo que evitava.
 Uma diversidade incrível de pessoas de etnias e gostos diferentes. Brancos, mulatos, negros, pardos, católicos, góticos, punks, crianças e idosos percorriam o mesmo caminho. Carros pequenos, esquisitos, verdes, variáveis. Um mundo apenas num piscar de olhos. Um lugar que não precisava dele para existir, onde o desconhecido cercava-o por todos os lados. 
Esquecera-se de seus medos e de suas jujubas para viver uma aventura.
Cada passo que dava o distanciava do beco que considerava “lar”: onde Dona Filomena, senhorinha simpática que lhe oferecia guloseimas assim que comesse o almoço com arroz, feijão, carne, verduras e legumes (que detestava como qualquer garoto de 10 anos); onde dormia e escondia seus pertences; onde sofria constantes humilhações de pessoas que não tem valores; ficara ensopado graças às chuvas, e adversidades do gênero... Distanciava-o de todas as recordações que ainda tinha.
Porém, nenhuma delas foi capaz de fazê-lo permanecer naquele lugar monótono. A final de contas, a infância é irmã da curiosidade: ambas crescem conosco. Agora almejava encontrar novas experiências, que lhe proporcionassem novas lembranças.
Do ar cheio de umidade e da vizinhança tranquila, o pequeno gato aventurou-se a explorar o novo ambiente que descobrira. Ao meio-dia, cercado de casas, carros e pessoas, o caos predominava, tornando a jornada de descobertas ainda mais instigante. Caminhou em ruas, esquinas, becos, subiu em telhados, escadas e janelas durante horas, maravilhado com tantas cores e objetos. E assim o tempo foi correndo na velocidade de um pássaro planando numa corrente de ar. Então, a fome, que se mantinha a espreita de sua mente, domara-lhe.
Padarias, açougues, mercados, lanchonetes esbanjavam a fartura que o pequeno nunca tivera. Ao menos se estivesse em sua outra forma e com roupas poderia pedir comida ou algumas moedas. Entretanto, se voltasse a sua forma habitual, sua nudez chamaria a atenção de todos, deixando-o constrangido. Mesmo ciente de que algumas pessoas poderiam ajudá-lo após ver sua situação deprimente, sentir-se-ia furioso por trazer-lhe sensações de lembranças que não se lembra.
Já não suportando ficar em pé e com a fome corroendo suas víceras, sentou-se em frente a um restaurante e apreciou a carne ser assada em uma espécie de churrasqueira giratória. Aproximou-se da máquina, e com alguns saltos tentou alcançar algum pedaço que lhe satisfaze-se. Distraído com o jogo de pegar, não percebera um senhor robusto e de cabelos brancos aproximar-se. O homem pegou o pano que amarrara na cintura, enrolou-o e bateu no pobre animal, que choramingando de dor abandonou o pedaço de carne que conquistou antes de ser expulso. E como nômade, percorrera vários lugares em busca da solidariedade alheia.
Passo a passo, desviava-se de passos desiquilibrados, sapatos de couro, saltos vermelhos, tênis e diversos. E assim uma grande tristeza e cansaço abateram-no.
A multidão passava e nenhuma prontidão para com o pequeno gato surgiu. O cansaço venceu-o que logo desmaiou sem resistências. Dos pequenos olhos semicerrados, gotas salgadas transbordavam. A solidão lhe trouxe o desamparo e a liberdade.

domingo, 14 de agosto de 2011

Dia dos Pais

Tá, não teve post comemorativo de Dia das Mães (falha minha). Mas eu fiz um desenho de presente para meu pai, e aproveitei para postar aqui.

Até que tá bonitinho.

Bem, este foi o post do Dia dos Pais. Ah, mandem um "Feliz Aniversário" pra Gabi nos comentários.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Relicário



                 - Feliz aniversário, querida!
                 - Muito obrigada, mãe! – Ambas se abraçam. – Mas eu gostaria de completar 18 anos ao invés de 10. É tão chato ser criança...
                A progenitora olhou nos olhos da aniversariante com fixação hipnotizante. Era possível notar o pequeno degradé de cores nas íris castanhas dessas mulheres.
                - Viva a sua vida sem preocupar-se muito com o amanhã. O destino de todos é envelhecer e morrer.  – disse a filha.
                Pelo rosto da menina, lágrimas de tristeza escorregaram. A mãe envolveu-a em seus braços e sua roupa absorveu as gotas salgadas. E também o mal-estar de tal conselho.

                Semanas depois, a pequena menina recebeu de um amigo uma orquídea. Não havia aroma algum, mas era tão linda que a colocou em seu cabelo, desejando tê-la para sempre.
                Algumas horas  se passaram  e a flor já não era a mesma. As pétalas lilás perderam a vida que exibiam. Ao perceber tal desastre, a garotinha desabou em lágrimas, pois seu presente estava morrendo rápido demais. O medo tomou-lhe a alma: e se minha começasse a se extinguir da mesma maneira?
                Correu para o quarto e abraçou o presente morto da mesma forma que a mãe lhe abraçara. Tinha pena da flor e remorso por não ter cuidado mais daquilo que recebera.
                Ao chegar à escola, na manhã seguinte, relatou o ocorrido ao amigo. Ele, com um sorriso carinhoso, disse-lhe:
                - Não se preocupe! A beleza que possuía era efêmera, uma chama de vela. Trar-lhe-ei todos os dias uma nova para que não se esqueça de que o tempo também passa por nós.
              Os olhos castanhos brilharam. Havia lágrimas. Mas a alegria e um formigamento no estômago. Sua face estava rubra. Um “muito obrigado” saiu de seus lábios de forma tímida.

              Num dia de verão, abriu um caderno para admirar as orquídeas recebidas durante três anos, que guardara com zelo. Seus 18 anos estavam completos, mas aos 13 aquela pessoa que a presenteava teve que ir.
                Sentiu o rosto molhado.
                -Como eu desejo ter apenas 10 anos novamente... – sussurrou  com a voz trêmula.    
                O tempo não voltará atrás.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Azul

Reina o azul. Não sei se é o céu ou o mar. Respiro, mas também não sinto a gravidade. Deve ser um sonho.

Algo toca em minha perna, como um gato pedindo atenção, mas meu corpo está pesado demais para realizar qualquer movimento. Só meus olhos se movem vasculhando a paisagem, a procura de qualquer indício de vida.

Novamente, algo me toca. E dessa vez meu corpo abandona a paralisia, ajudando meus olhos na busca. A frustração se apodera de mim ao não encontrar nada. Tento me afastar de tal imensidão. Chegar ao seu limite, e ir embora. É aflitivo demais não sentir o chão, assim como é ouvir tão profundo silêncio.

A cada pequeno movimento, sinto meu corpo desfragmentar, ou simplesmente sumir, como uma nuvem ou uma ilusão. Em desespero, busco algo que possa me ajudar.

A última coisa que sinto é algo me atravessando.

A última coisa que vejo é algo saindo de mim.

Então, reina o azul.

domingo, 10 de julho de 2011

Miguel e Aneeta

Olá, pessoal!
A desculpa dessa vez é falta de criatividade. Ela foi dar um passeio e, infelizmente, ainda não voltou.
Nessas circunstâncias, fiz um desenho de dois personagens meus: Miguel e Aneeta.

Não é um casal lindo?
OK! Assim que minha criatividade voltar, eu mando sinal de vida.

P.S.: Sim, aquilo na cabeça da Aneeta são chifres. Ela é um demônio.

terça-feira, 28 de junho de 2011

O preço da criatividade


Mais um post sobre livros. Porém este é um que eu particularmente me identifico muito (como escritora iniciante).
Para escrever uma história, maioria das pessoas têm a necessidade de muito tempo, paciência e esforço. Ela exige um grande envolvimento por parte do autor e um vocabulário mínimo.
Diferente de muitos, o protagonista do livro "O vendedor de histórias" tem grande facilidade desde a infância para transmitir suas ideias para o papel. Alimentado com muita música de qualidade, histórias de grandes autores, sua imaginação fértil gerava frutos advindos desde o cerrado até a floresta Amazônica.
Admirava a mãe que estava separada do pai. Acompanhava-a a teatros e passeios, sendo sua companhia de todos os momentos.
Mas no dia em que a separação ocorreu, um senhor baixinho que tinha uma bengala começou a dividir o cotidiano com o garoto que crescia, ganhava alguns trocados fazendo lições de colegas de sala(como uma forma extra de ganhar dinheiro) e ajudava academicamente seus professores. Aprimorou sua técnica com as palavras com o tempo porém não possuía pretensões de seguir tal carreira.
Crescia sozinho, já que ao entrar na idade adulta sua progenitora falecera, e descobriu o universo das mulheres através de noites e jantares românticos. Sem compromisso tanto com o amor quanto com o trabalho, criou uma associação chamada "Auxílio aos escritores", onde trocava ideias para ensaios, romances, suspenses e outros por quantias razoáveis.
Sua habilidade proporcionou-lhe dinheiro, problemas e uma grande e intensa paixão. E esta arrebatou-lhe ao ponto de gerar um(a) filho(a) com sua amada Maria.
Este livro de Jostein Gardeer aborda de forma diferente um escritor sem nenhuma obra publicada em seu nome. O universo dos livros era um reinado selvagem, tão imprevisível quanto as emoções de nós mulheres.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Les misérables


Olá!
Apresento-vos uma obra de Victor Hugo, (sem exclusividade alguma) que cativou minhas angústias de forma simples e crítica.
Em Les misérables, a classe menos favorecida durante o período pós Revolução Francesa e governos jacobinos e burgueses é descrita por um narrador-observador que interliga a vida de diversos indivíduos, que sem muitas escolhas decidem seus destinos (que podem ser mudados) conforme o contexto e situação submetidos, lembrando uma espécie de determinismo involuntário.
Entre eles, aquele que sempre está colando as pontas, mesmo de maneira indireta, das páginas borradas a lápis dessas pessoas é um ex-prisioneiro (confinado por injusta causa) chamado Jean Valjean, que ao sair de 19 anos de "prestação de serviços", passa pela vida de muitos ensinando aquilo que foi aprendendo com os outros através de suas atitudes caridosas e do seu jeito introspectivo, porém instigante.
Durante suas fugas e erros, aprendemos que muitas vezes há outra forma de encarar a situação, mas que os erros nos permitem experiências e vivência.
Personagens encantadores como a pequena Cosette e a mãe (onde as adversidades encaradas a fizeram deixar a filha com estranhos) e outros perturbadores, como o casal Thénardier, que lembram a madrasta da Cinderela ao tratar de formas monstruosa e vigarista filha e mãe, que são enganadas durante anos.
Tal livro encanta e deixa um sentimento perturbador, que nos dá ímpeto para mudar o que está ao nosso redor...
A leitura é levíssima e fluída, além de proporcionar grande bagagem de conhecimento histórico. Leiam e experimentem senti-lo.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Novamente aqui...

Galera, minha net está de volta, e agora ninguém me segura ( baixou um Máscara).
Diferente da Ariadne, meus conhecimentos sobre filmes são ínfimos. Portanto tentarei postar coisas do meu universo... Não, não, os otakus tem vida própria, não se alimentam apenas de animes, mangás, games e J-music. Colocarei alguns textos que a miguxa que compartilha esse blog comigo está cansada de ler (Gomennasai, Ariadne-chan) e desenhos de minha autoria.

Divirtam-se e me critiquem, pois acho que apenas elogios não levam ninguém a lugar algum...
Dessa vez, alguns desenhos...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Tekken

...
Ambientada em 2039, os melhores lutadores de todo o mundo vão competir no último e maior evento esportivo de todos os tempos. Depois das Guerras Mundiais terem destruído grande parte da civilização como a conhecemos, o restante dos territórios já não são administrados pelos governos, mas sim pelas empresas sendo que a mais poderosa é a Tekken. A fim de manter as massas dominadas, Tekken patrocina o torneio Punho de Ferro no qual os combatentes competem até a morte pela glória e para receber toda uma vida de estrelato e riqueza. Neste ambiente, Jin Kazana, um lutador de rua entre no torneio com o objetivo de vingar a morte de sua mãe.
 
Vocês não sabem como eu estou sofrendo em postar essa merda aqui. Não existe só filme bom no mundo. Este é o P-I-O-R filme que eu já vi. Destruiu a obra prima da série de jogos Tekken, um dos meus preferidos.
 
Vamos começar as denúncias:
 
1- NÃO é uma história pós-apocalíptica. É futurista, mas o mundo não tá arrasado!
2- O nome da empresa da familia Mishima não se chama Tekken; aliás, essa palavra nem é mencionada nos jogos!
3- "Os combatentes competem até a morte pela glória e para receber toda uma vida de estrelato e riqueza"... Cada combatente entra por um motivo, e NENHUM deles é pelos anteriormentes citados.
4- No filme, Jin Kazama tem uma namorada. Jin é o cara mais anti-social do mundo dos games, nem em um milhão de anos ele arruma uma namorada.
 
Isso sem falar de todos os personagens que caracterizam o jogo, porque Tekken não merece ser chamado assim se não tiver Paul Phoenix, nem Nina tentando matar Anna e vice-versa, Kazuya virando Devil... Outro ponto que destruiu o filme: NÃO TEM NENHUM MONSTRO!!! Metade da graça da história do jogo são as brigas entre família, e a outra são os monstros!
 
Estrelando essa merda esse filme, temos: Jon Foo como Jin Kazama, Luke Goss como Steve Fox (filho da Nina no jogo, cara com quase a mesma idade que ela no filme) e Kelly Overton como Christie Monteiro (capoeirista brasileira no jogo, menina que eu não sei o que luta vinda não sei daonde no filme).
 
 
Então, já sabem: NÃO assistam essa merda, a não ser que queiram ter um aneurisma com tanta estupidez.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Anjo

Perdão pela minha ausencia, mas (tá parecendo desculpa, mas não é) a minha net também foi cortada. Porém ainda  estou vida e venho postar um antigo desenho meu (não tá lá grande coisa, mas é bem aceitável)


Desse desenho minha copiadora teve piedade e deixou com a coloração original. Maquina maldita.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Oiê a todos, Gabi Gentil falando do planeta Terra

Olá a todos.
Eu sou a Gabi (para os íntimos) e finalmente estou postando aqui no blog...
É uma tristeza ter o speed bloqueado. Desejo que a net de meus inimigos seja bloqueada... Apenas a eles...
Bem, assim como a Ariadne, eu tento escrever algumas coisinhas, e qualquer dia eu posto no blog, quando a net voltar.
Hm... O tempo tá curto e já me despeço.
Uma pequena introdução a minha pessoa:
Estou na 3 série do EM, e o vestibular logo baterá à minha porta. Mas esse obstáculo será facilmente driblado, pois o meu ancejo é o curso de letras ( por isso as tentativas de escrever algo) e sou fissurada em mangás e cultura japonesa.
Por enquanto é isso...
Desculpe pela pequena postagem, mas ficar 1 hora na lan house é caro, e a incrição para o ENEM tomou um tanto de tempo.
Para quem desejar ver alguns de meus textos, procure pela sakurawriter no deviantart.com, OK?
Beijocas gigantocas.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

De Profundis

Já deu pra ver como o filme é agitado...

 Durante navegação, um pescador afunda no oceano e, junto de sereias e seres marinhos, nada em direção da música distante de uma linda mulher.


Correções da Sinopse: O cara não é pescador, é pintor; E a "música distante de uma linda mulher" se trata da esposa dele tocando violoncelo.


Esse é um ótimo filme para relaxar, e você pode assistir em qualquer idioma, já que não há absolutamente nenhuma fala o filme inteiro.


O filme é todo uma obra de arte: O diretor Miguelanxo Prado pintou cada uma das cenas, diversas vezes para fazer o efeito de movimento. A produção do filme demorou 4 anos, e as paisagens (tanto emersas quanto submersas) são deslumbrantes. A trilha sonora do filme também é encantadora.


Trailer:




Bom filme, galera!

sábado, 14 de maio de 2011

Poema Fanfic: Inquietas Sombras

Aos que não conhecem, fanfics (abreviação de fanfiction) são histórias criadas por fãs baseadas em suas histórias favoritas. O que não é plágio, já que fanfics são escritas sem fins lucrativos.

Esse poema escrevi depois de ler "Dom Casmurro" (e assistir a minissérie "Capitu"). Não sei se ficou bom, por isso gostaria que vocês comentassem.

Ides, inquietas sombras!
Que Capitu aqui não jaz
Ides, inquietas sombras!
Ides, e me deixem em paz

Vindes, inquietas sombras!
Deixai em paz meu algoz
Vindes, inquietas sombras!
Vindes com tua ira feroz

E tú, criança cigana
Tão obliqua e dissimulada
A mim não mais engana
De meu amor não terás nada

A tal afirmação não respondo
Para preservar nossa história
Então este é o meu ponto
Fiques com tua vitória.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Versos da Solidão

Semtimentos puros
banhados no escuro
arremessados ao muro
sem nenhuma razão

Dança a triste fada
sob a lua cansada
tão só e calada
imersa em ilusão

Menina suicida
corria aflita
de amor desprovida
agora num caixão

Esta humilde poeta
Não tão esperta
fica na espera
dos versos da solidão

terça-feira, 3 de maio de 2011

Senhor da Chuva


O livro narra a história de um anjo perseguido que, para não ser destruído, possui o corpo de um ser humano igualmente agonizante. Assim, o anjo quebra uma regra sagrada que dá direito aos demônios de evocarem uma guerra desigual que poderá desencadear a destruição de todos os anjos de luz da terra.

André Vianco é um dos meus autores favoritos, pois sua narração é espetacular. Ele também escreveu "Os Sete", "Bento" e "Vampiro Rei". Sei que você deve estar meio traumatizado com livros de vampiros depois de "Crepúsculo", mas esses foram escritos antes, por isso não sofreram a  influencia.

Voltando ao "Senhor da Chuva": como dito na sinopse, é uma guerra entre anjos e demônios. O anjo Thal, um dos protagonistas, é vitima de uma emboscada, o que o obriga a tomar posse do corpo de Gregório.  O início pode não ser tão emocionante, mas a partir do capítulo 14 a guerra começa a tomar forma e parecer eminemte.

Minha cena favorita é a vingança de Thal. Por nem Deus nem o diabo poderem se involver na briga, os demônios (em maior número) acham que os anjos estão com medo. Mas Thal demonstra todo seu sangue frio ao matar Khel, o lider da emboscada que quase custou a vida do anjo.

É um livro surpreendente, pois em determinados trechos André Vianco começa a conversar com o leitor, sem usar um único vocativo. E, durante a batalha, ele troca a narrativa de 3ª pessoa para de 1ª pessoa e ainda faz todo sentido.

Boa leitura e até a próxima postagem.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Iraque Brasileiro

Essa música foi baseada na minha querida cidade Pirassununga. O clipe e a música são da banda MultiLados, e o nome do EP é Marchando A Gente Pira. Explicação para maior entendimento de quem não conhece essa merda bela cidade: Pirassununga abriga uma base do Exército e uma da Aeronáutica, além da 51 ser produzida aqui (agora lembraram de já ter lido o nome em algum lugar).

Pirassununga
Iraque

Agora, a letra:

Pirassununga é o Iraque Brasileiro
Nossas bandeiras são quase do mesmo jeito
Tem o vermelho, tem o branco e tem o preto
Marchemos juntos pelo Iraque Brasileiro

Tem militar em todo lugar
E tem os Mórmons vindos
Lá dos E.U. A
Os baitolas na Avenida
E pelas ruas tem gente até xiita

Refrão
Em vez de estrela tem um peixinho
Mas isso é só pra parecer
Mais bonitinho
Nosso petróleo vem do Alambique
Um combustível que alegra
Quem tá triste


E o clipe:

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Fada

Ela estava colorida, mas a minha impressora é meio problemática e não copiou direito...

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Doomsday

Como o título indica, não é um filme para pessoas sensíveis. Muito menos na Páscoa

Reino Unido, 2007. Um vírus mortal, conhecido como “Reaper Virus", matou milhares de pessoas assim que começou. Em desespero, o governo Britânico evacua o máximo de sobreviventes possível da zona infectada e mais tarde constrói muros à volta de forma a prevenir que os restantes escapem. Trinta anos mais tarde, ainda com os muros de pé e as vitimas ainda na memória, o vírus está de volta. O governo decide enviar uma força especial de elite, dirigida pelo Major Eden Sinclair, para a zona de calamidade para investiga uma possível cura.

A primeira coisa que eu pensei ao terminar de assistir esse filme foi: O quê que o roteirista fumou?

É sério! É muito estranho esse filme. Não pelo fato de ter um virus mortal atacando todo mundo, ainda mais que quem está morto continua morto. Mas... o cara misturou filmes futuristas, medievais, de terror e Velores e Furiosos.

No elenco, temos: Rhota Mitra como a Major Sinclair, Craig Conway como Sol (no original: Sun), Malcolm McDowell como Rei Arthur o doutor Kane e Darren Morfitt como o filho da puta que não pode faltar em nenhum filme doutor Ben Stirling.

Embora o vírus seja o tema central do filme, não se preocupem porque os infectados aparecem bem pouco. E, mesmo que não tenha zumbis pra tudo quanto é lado, o filme continua sendo um banho de sangue.

Fotos:

Sinclair e toda a sua feminilidade...!
"Eu sou o Sol, sou eu quem brilho"
Rei Arthur... digo, Doutor Kane
Outra prova de feminilidade da jovem Sinclair
Trailer


That's all, Folks!

domingo, 17 de abril de 2011

Equilibrium

Qualquer semelhança com Matrix não é mera conhecidencia

Após uma 3ª Guerra Mundial, os sobreviventes perceberam que o mal da humanidade era gerado pelos sentimentos. Para inibí-los, criaram uma droga chamada Prozium e o Clero Grammaton ficou responsável por caçar e controlar tudo que gerasse algum sentimento. O clérico John Preston, por acidente, não toma uma de suas doses da droga e tem seus primeiros sentimentos, o que o obriga a pensar se o que fazem é certo.

Embora seja um bom filme, sua estreia foi ofuscada pelo sucesso de Matrix (ou você achou mesmo que a semelhança das capas dos filmes era só conhecidência?). No começo, não parece ser interessante, ainda mais por todos terem a mesma cara fechada. Mas depois que o clérico Preston para de tomar a dose, a história apaga a má impressão.

O elenco conta com Christian Bale como John Preston, Sean Bean como o clérico com sentimentos Partridge, Emily Watson como a criminosa sensória Mary O'Brien e Angus Macfadyen como o filho da puta representante do Conselho de Grammaton Dupont.

John Preston no inicio de seus sentimentos. Já começou bem: escolheu Beethoven.

John Preston e Mary O'Brien. Não, eles não estão dançando.
As cenas de luta são um espetáculo a parte. Principalmente a primeira, que acontece no escuro, e a última, que a luz dá um realce magnífico. E não decepcionará ninguém: são usadas armas de fogo, espadas e muita arte marcial.

Mais algumas imagens:

Prozium
Bale humilhando

Cadê a emoção que tava aqui?
 E o trailer (não achei legendado):


Bem, é isso. Bom fim de semana e bom filme.

sábado, 16 de abril de 2011

Pirate Chibi

Tá, não tá lá grandes coisas, esse é o primeiro chibi que eu fiz. Colori no Paint.NET e... ficou assim.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

3º PiraRPG


Aos nerds e RPGistas de Pirassununga e região: Vem aí o 3º PiraRPG, evento que ocorrerá dias 16 e 17 de abril!! Como podem ver no anúncio acima, isso é tudo que teremos de algo parecido com um evento descente nesse fim de mundo esse é o mais próximo que Pirassununga terá de algo menos caipira parecido com a cultura regional.

Mais  informações: http://www.pirarpg.blogspot.com/

Desculpas

Eh, sinto muito por ter ficado tanto tempo sem postar mais nada. Eu estava estudando muito para o simulado da escola. Mas já estou de volta e vou tentar postar alguma coisa todos os dias (ou pelo menos dia sim, dia não).
Obrigada àqueles que vieram visitar o blog e prometo não decepcioná-los (muito).

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Desenho

Comecei a desenhar em 2008, e este é, até agora, meu melhor desenho.

Nomes Bizarros

Eu sempre sofri um pouquinho por meu nome ser incomum. Já escreveram "Adriadne", "Ariadine", "Ariadiney". Até de "Mariadila" eu já fui chamada. Mas tem certos nomes que ganham em esquisitice.

Em 2008, o programa "MTV na Rua" fez a campanha "É bonito ter nome feio". Eu ainda não entendi o que leva uma mãe a batizar sua filha de "Vesúvia".

Há também os nomes bizarros do dia a dia. Exemplo: Sinrraim. E esse não é nem o pior!

Os piores eu conheci pelo meu professor de Física. O primeiro colocado era "Neurislândia", mas perdeu  a coroa para a "Jhonemarkissiene".

Você sabe como deixar um "Washington" esquisito? Simples. Pronuncie: VAZINGTON. Sem esquecer de pronunciar o G!!

Caso eu encontre mais por aqui, eu posto. Mas podem ir se maravilhando com a criatividade brasileira no Não Salvo (http://www.naosalvo.com.br/vc/15-aprovados-no-vestibular-mas-reprovados-no-cartorio/).

E, mães e futuras mães brasileiras, por favor, tenham piedade de seus filhos ao batizarem!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Primeiro Poema

Escrevi este poema a algum tempo atrás, por causa de um amor platônico (quem nunca teve um, que atire a primeira pedra).

Cansada de sonhar
Cansada de esperar
Cansada de sorrir
Cansada de amar

Meus sonhos são vazios
Minha espera, infundada
Meus sorrisos, tão frios
Meu amor, desgraçado

Canto minha tristeza
Único sentimento vivo
Depois o mascaro

Se é bom amar
Prefiro desistir
Cansei de ilusão

Bem, não sou Machado de Assis nem nenhum outro gênio da literatura, mas até que dá para ler.
E novamente: Quem nunca teve um amor platônico e sofreu com isso, atire a primeira pedra.

Início

Eis aqui minha primeira postagem. O nome do blog veio por me faltar outro, e o assunto que ele tratará serão os mais diversos, desde poemas escritos nas horas de ócio até opiniões pessoais sobre o que vier em mente.
Obrigada pela atenção e espero que este blog venha a agradar-lhe.